terça-feira, 23 de julho de 2013

Oficinas de direito destacam que juridicamente espada não pode ser considerada arma de fogo

 Fabrício (à direita) interage com os participantes durante oficina

As oficinas de direito e cultura aconteceram nos últimos dias 19 e 20 de julho e tiveram como destaque o debate em torno de ser ou não a espada uma arma de fogo. Os participantes debateram alternativas de organização da festa, baseados em argumentos que contrapõe a caracterização da espada como arma de fogo.

É o que defende o monitor das Oficinas de Direto acerca da polêmica."O Ministério Público equipara a espada à uma arma de fogo, o que  data vênia não merece guarida, até porque, o próprio Estatuto do desarmamento que embasou tal pleito, vai de encontro ao argumento acima suscitado, visto que a referida lei conceitua arma de fogo como objeto que possui por finalidade causar dano a outrem.  Em sua unanimidade os presentes às oficinas afirmaram de forma consensual, que as espadas jamais são fabricadas com o intuito de causar dano a alguém, e que diferentemente das alegações acima, são produzidas com a finalidade de proporcionar alegria e não destruição", afirmou Fabrício Barros, advogado, facilitador da oficina.

Durante as atividades realizadas nas manhãs e tardes destes dos dois dias surgiram diversas sugestões para manter a ordem durante os festejos, uma delas seria a criação de um circuito de ruas onde tradicionalmente se brinca com as espadas, com horários e dias estabelecidos para que a tradição dê continuidade.

O Salvaguarda Cultural tem o apoio financeiro do Centro de Culturas Populares e Identitárias, Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Cultura e Governo do Estado - Bahia, Terra de Todos Nós.









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